Do Outro Lado do Balcão

agosto 8, 2010

Um complô na família…

Filed under: Fantasias reais ou realidade fantástica,Felicidade,Sei lá! — O Balconista: @ 14:26

Querido diário…

Hoje descobri que, por mais que se ame a mulher que você escolheu para casar, e por mais que você tenha boas intenções em cultivar boas relações com a sua sogra, você não pode, em hipótese alguma, confiar nessas duas pessoas.

Tema do filme: “dormindo com o inimigo”.

Explico.

Eu tenho maravilhosas intenções de amar todos os meus sobrinhos: os de verdade, e os que eu adotei, e por isso, sempre que posso, eu os mimo com presentes.

Assim, eles sempre se lembrarão daquele tio-super-legal-que-mora-longe… Não é simples o raciocínio? Pois é…

Dar presentes para quem se ama é uma reação normal para qualquer pessoa… é uma prática comum e que o comércio incentiva com bastante vigor, basta olharmos para as ofertas de dia das crianças, natal, dia dos pais, etc.

Pois é. Eu resolvi dar um relógio para um deles. Um relógio de brinquedo é verdade, mas ainda assim é um relógio.

Como uma forma de cultivar as relações familiares e incentivar o diálogo no âmago do casal, pedi à minha querida amada e para sempre idolatrada esposa, que entregasse o “mimo” para a mãe dela, que também responde pela alcunha de “minha sogra”, de tal sorte que o brinquedo chegasse às mãos do Joãozinho (meu sobrinho) que mora em Uberlândia.

Simples e poético, você não acha? Só que as coisas não aconteceram bem desse jeito….

Você acredita que ela teve a pachorra de dizer para a mãe dela que o presente era dela, e que, não obstante os meus protestos, a “minha sogra” repetiu isso para a criança?!!?!?

E agora, como desfazer o trauma psicológico que pode vir a se formar no seio deste infante…

Imagino que agora ele deva estar se perguntando: “Onde teria ido parar o presente que o meu tio super-legal-que-mora-longe me deu? Será que ele se esqueceu de mim?”

Coitada da criança….

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julho 23, 2008

E PENSAR QUE A ROBERTA CLOSE FOI MEU CUPIDO…

Filed under: Fantasias reais ou realidade fantástica,Felicidade,Sei lá! — O Balconista: @ 15:03

Tudo começou com um clique do mouse.

A rede mundial de computadores, como que mancomunada com o destino, me direcionou para um link que eu jamais pensaria em visitar: bundafurada.blogspot.com

“Bunda Furada”… Vamos e convenhamos, caro leitor. Quem, em sã consciência, procurando por textos jurídicos, iria clicar no link de um blog que pelo nome, deveria abordar os temas mais “cabeludos” que se pode imaginar. Olha lá!, Pelo amor de Deus, o nome é BUNDA FURADA!! Faça-me o favor!

Pois é… eu também pensei nisso. Mas, como todo o curioso que se preste, resolvi descobrir o real tamanho do furo desta bunda e pus-me a lê-lo.

Que grata surpresa. A autora do blog é uma excelente contadora de histórias, daquelas que consegue pegar um evento tenebroso e transformá-lo em uma coisa leve e com um excelente humor.

Após ficar embevecido com os textos postados, resolvi que deveria me comunicar com aquele ser de mente brilhante. Mas como? De que forma? Utilizando-me de que abordagem: intelectual ou canalha? Convidando para um chopp? Bah! Nenhuma dessas parecia que iriam surtir o efeito pretendido: estabelecer um canal de comunicação com aquele ser de outro planeta, que se identificava como “mal-humorada crônica e que gostava demais de um mal feito para ser gente boa”.

Pus-me a pensar então em um modo eficaz, e, num lampejo de idiotice, resolvi mandar um e-mail totalmente despretensioso parabenizando por um determinado conto postado, fato que rendeu um e-mail de retorno, com um pedido para que me apresentasse, porque não seria justo, que somente eu “ficasse olhando pelo buraco da fechadura”.

Sabe aquelas situações em que você se sente apertado, e quer pedir para o mundo parar para você descer?… Pois é! Estava me sentindo assim. O canal de comunicação parecia estar aberto, mas como mantê-lo?!

Colocando para trabalhar aquele excesso de neurônios que nós homens temos a mais que as mulheres, lembrei-me que não existe melhor jeito de conquistar uma mulher que não seja desprezando-a. E foi assim que eu fiz.

Devolvi o e-mail dizendo um bando de baboseiras sem nexo, e argumentando que não faria nenhuma apresentação formal, porque estava me sentindo “meio Roberta Close”, e que se ela não entendesse o significado da expressão, que pedisse “ajuda”.

Rá! Pronto. A isca estava lançada e o peixe saiu em busca dela como se aquela fosse “a última coca-cola do deserto”.

Em tom blasé, comunicou que gostou da minha “apresentação”, e, como que se fazendo de desentendida, iniciou por questionar o que significaria “meio Roberta Close”.

O peixe foi fisgado!

Dois e-mails depois, sonegando a informação, resolvi que seria o momento de contar o pensamento canalha que se escondia por sob aquela expressão, mas não sem antes questioná-la se conhecia a história daquele ícone, e para alguns sex simbol, dos anos 80.

Não deu outra. Depois de mais alguns xingamentos em minha caixa postal e alguns cliques no Google e no Wiki, ela afirmou que estava apta a descobrir aquele segredo guardado pela geração da década de 80.

Então, em um tom mais blasé que ela simplesmente lhe falei: “Ah, agora não. Estou “sem saco” para fazer isso”.

Resultado? Apaixonou e disse que não me larga mais…

 

O Balconista.

junho 19, 2008

Pensamento do dia.

Filed under: Fantasias reais ou realidade fantástica,Sei lá! — O Balconista: @ 11:47

Acordei hoje refletindo sobre uma frase que uma amiga minha proferiu:

“É preferível suportar o peso da mochila em uma trilha, do que a dor na consciência de não tê-la feito.”

Definitivamente, eu estou precisando colocar o pé no barro!

O Balconista.

maio 21, 2008

NOTA DE PESAR

Filed under: Felicidade,Protesto!,Sei lá! — O Balconista: @ 19:48

 Lamento informar aos interessados e futuros ex-leitores deste blog.

 

Se vocês não entenderem muito do que for dito aqui, não se espantem. Para a completa compreensão da controvérsia, será necessária a leitura atenta deste e de mais alguns outros blogs, principalmente o Bunda Furada e o Livinrooom.

 

Explico.

 

Dizem alguns que vendi minha alma ao Diabo por trinta e três moedas de prata e a procuradora dele na Terra, a Sra. advogadazinha recém formada e editora do Livinrooom – “A Revistinha de Sexo Literário e Opinião sobre Moda da Mulherzinha Moderna”, vem cobrando de forma implacável os supostos direitos de seu constituinte. Então, se não lhe dou a devida atenção, já sabem né? Ela ameaça convocar as amigazinhas dela que vão me enfeitiçar ou então “rumar” um taco de baseball na minha “fuça”. Então, melhor não discutir muito.

 

É certo que a maioria dos posts aqui publicados não são mais direcionados ao público em geral, são, pois, demonstrações efusivas, ainda que algumas vezes cômicas, ácidas ou sarcásticas, de um amor que desabrocha e que se deseja tenha bons frutos.

 

Espero que vocês tenham tanto prazer na leitura desses textos, assim como eu tive ao escrevê-los, ou ao relembrar as histórias pelas quais esta morena de sorriso largo e cativante me fez passar. E tem cada uma…

 

O Balconista.

abril 28, 2008

A Mãe da Noiva.

Filed under: Protesto!,Sei lá! — O Balconista: @ 09:54

Dez da manhã. Dia claro e sem nuvens. A previsão do tempo anunciava uma chuva que nunca veio. Toca o telefone:

 

– Bom dia! – diz ela.

– Bom dia. – diz ele numa voz gutural e pouco amistosa.

 

Talvez ele tivesse pensado: “Bom dia pra quem, cara pálida?!”, mas resolveu que não seria apropriada a abordagem. Quem sabe ele tivesse pensado em margaridas e crisântemos quando ouviu a voz alegre ao telefone, ainda que fossem oito e meia da madrugada daquele sábado. Ela tinha dessas coisas.

 

Levantou, resignado com a vida e decidiu que um banho quente seria a melhor coisa a fazer.

 

Depois do vidro embaçado e de uma tentativa vã de pentear os cabelos, vestiu a calça e, no momento em que a abotoava, a porta do quarto se abriu e ela entrou, interrompendo o mau humor que o dominava com uma seqüência indiscutível de beijos matinais.

 

– Meu amor! Tenho uma coisa importantíssima para te dizer. Se, por algum acaso, ou nalgum dia você vier a encontrar com a minha mãe, ou for a ela apresentado, jamais, eu disse jamais, diga a ela que nós nos conhecemos na Internet e que você mora em outra cidade… Ela odeia “esse tipo de gente”. Ela acha que são todos uns aproveitadores e pervertidos sexuais. Tudo isso depois que as minhas tias mostraram para elas aquelas reportagens sensacionalistas do “Aqui Agora!”…

 

O dia parecia promissor, mas, Murphy sempre cobra seu tributo dos incautos. O telefone celular toca e o ogro irritado escuta a metade do diálogo:

 

– Alô?… Hein?… Como assim ninguém foi na festa da prima?… Hein?? E agora eu é que tenho de resolver o problema? Fala séeeerio…. Vocês vão para a Novena de Santa Clara do Passa Quatro, e eu é que tenho de ir para o abatedouro?!! Tenha dó, né?

 

Ele arqueia a sobrancelha, desconfiado. Aquela introdução não soava nada animadora.

 

– Hum… Sei, mãe… Claro que sim… Eu não estou brigando com a senhora… Mãe…. Não Mãe, eu não estou reclamando porque a senhora foi para a Novena…. Não, Mãe, não me rogue praga… eu também sou devota de Santa Clara do Passa Quatro, mas ontem eu queria encontrar com o meu namorado…Tá… eu vou lá então. Compro o presente e vou lá.

 

“Droga”, pensou ela. “E agora, como eu convenço a fera?”

 

– Amorziiiiiinhooo… – O silêncio paira sobre o quarto, como naqueles momentos em que a presa pressente a proximidade do caçador, aguardando somente ouvir o tiro fatal…

 

– Beeeeenhêeeee…. vamos ao shopping comigo? Tenho de comprar um presente que a mamãe pediu…

 

– Claro que sim, meu amor! – ele repete a frase cunhada pra livrá-lo de maiores discussões.

 

Shopping. Sábado pela manhã. Poupá-los-ei da descrição do inferno. Dante o fez com mais propriedade do que eu conseguiria fazer.

 

Presente comprado, mas sem não antes colocá-lo numa sinuca de bico, daquelas parecidas com perguntas feitas às quatro da manhã ao retornarem de uma festa: “Quem era aquela loura xexelenta que não tirava o olho de você?” E você responde como se não soubesse: “Loura? Que loura?” E torce para tudo terminar ali…

 

Depois do shopping ele imaginou que merecesse um banquete e logo depois, se refestelar com a presença daquela que lhe iluminara o dia. Ledo engano. Hora de pagar o tributo a Murphy.

 

– Beeeenhêeee… nós vamos lá na casa da fulaninha entregar o presente e tomar uma bronca porque nós não fomos na festa, viu?

 

A vontade dele era de gritar com ela. Mas, como argumentar quando ela vinha para o lado dele com aquele sorriso irritante?

 

O orgulho devidamente resguardado, rabo entre as pernas, língua para fora e lá se foi ele, caminhando ao lado de sua dona para onde quer que ela fosse.

 

Terminada a tarefa, ele pensou, seria recompensado. Mais uma vez ele estava enganado. O pior ainda estava por vir.

 

– Tem mais uma visitinha que devemos fazer… Vira aqui, ó… Isso… é nesta casa… Vou te apresentar alguém muito importante para mim…

 

“Isso não vai dar certo…” ele pensou, mas resolveu que também não seria prudente fazer este comentário. Desligou o rádio do carro, a tempo ainda de ouvir o último boletim do tempo: “Atenção, senhoras e senhores, a previsão para as próximas horas é de chuva grossa, ventos fortes, raios e trovoadas por toda a região metropolitana de …”

 

– Tá certo… – ele resmungou, como se o dia pudesse ficar pior.

 

– Benzinho, vem cá que eu quero te apresentar alguém…

 

– …

 

– Essa aqui é a mamãe…

 

– …

 

– Mamãe, esse aqui é o meu namorado da internet e que mora em Brasília…

 

– …

 

– Nossa, filha, que mão gelada que ele tem… ele está bem???

abril 11, 2008

COMÉDIA ROMANTICA?

Filed under: Felicidade,Sei lá! — O Balconista: @ 10:33

            E o tempo que ele tinha se acabou. Hora de voltar para casa. Por mais que quisessem ficar juntos, a história da Gata Borralheira se repetia. Uma hora ele viraria abóbora e voltaria para a sua cidade… Que jeito?

– Vamos tomar um café? – disse ela, como que querendo animar o ogro que se postara ao seu lado.

– Claro que sim, meu amor! – retrucou, num tom não muito amigável.

Tomaram um café e pediram um suco com uma mistura de frutas que, por certo, ele não se lembraria jamais.

Enquanto sorvia aquela beberagem diet que ela insistia em lhe empurrar, ele pensava em quanto tempo faltava para a próxima troca de óleo do carro e quanto de desgaste de peças e pneus ele estava tendo com aquelas viagens. Aquilo, definitivamente ia acabar com o preço de venda daquilo que ele tinha por mais precioso.

Ficou mudo por uns minutos, pensando no orçamento que o mocorongo da oficina iria lhe apresentar. Enquanto isso, ela fitava seus olhos, como que tentando imaginar em pensamentos aquela mente estava imersa. Seriam pertinentes aos momentos tórridos de amor que tiveram, ou talvez ele estaria imaginando que aqueles encontros esporádicos poderiam vir a se tornariam um “namoro firme”. Ela não sabia quais eram as intenções dele. Se ele gostava dela como ela o idealizava, ou se aquilo para ele não passava de uma outra aventura.

Ele olhou para o relógio. Meio dia. Hora de deixá-la em casa. Ele teria mais 5 horas de estrada pela frente, e, dirigir no crepúsculo não era um pensamento que lhe agradava, principalmente considerando os seus 7 graus de miopia.

Ele beijou-a ternamente. Repetiu aquelas juras de amor que todo o homem faz para evitar maiores discussões nos relacionamentos e disse-lhe que precisava partir.

Ela bateu a porta do carro, como quem sela um destino fatídico.

Ele, a seu turno, sentiu a pressão do ar comprimindo-se dentro do carro e pensou:

– Droga, ela está achando que isso aqui é uma geladeira para bater com tanta força? Puta que pariu!

Engatou a primeira e fez o giro subir para 4.500 rotações por minuto. O ronco daquele motor 2.5 diesel era uma coisa linda de se ouvir. O sorriso iluminou seu semblante. Não havia nada mais prazeroso que domar aquela belezura. Soltou o freio fazendo a caminhonete pular como um cavalo chucro ao sair do brete.

Ele olhou pelo retrovisor. O olhar dela, parada na calçada, era devastador. Parecia que ele podia ver aquele coraçãozinho saltando do peito.

– Droga, eu não devia ter feito isso aqui. Agora ela vai ficar me enchendo o saco com aquele blá, blá, blá de que eu não posso ficar correndo na estrada… – pensou ele.

Sinal fechado.

– E agora? O que eu faço? Pensa, negão, pensa…

Uma luz surgiu na sua mente. Nenhum carro atrás. Engatou uma ré e voou em direção a ela.

Ela abriu a porta, aflita com aquela reação súbita.

– Esqueceu alguma coisa? – perguntou.

– Esqueci. Me dá mais um beijo!

 

 

 

março 27, 2008

A fera.

Filed under: Sei lá! — O Balconista: @ 16:32

Hoje, desculpe, eu não passearia pela sua pele.

Hoje eu não estou leve. Não estou amoroso.

Hoje eu te apertaria. Cravaria os meus dedos em seus quadris, como que querendo não de deixar partir nunca mais. Iria te domar como quem doma uma égua. Te cavalgaria e só te deixaria livre, quando, e se, minha respiração refreasse.

Hoje eu não estou calmo. Por certo, não te trataria bem. Provevelmente te tomaria à força, te morderia o pesçoco, arrancaria seus cabelos e não ouviria seus reclames. Ficaria surdo à sua voz. Não. Não é raiva. Teu corpo não serviria para descontar minha ira. Não. Jamais faria isso contigo. Seu corpo estaria hoje a serviço dos meus desejos mais animais.

Hoje o homem saiu. Ficou a besta. Ficou a fera.

Me perdoe.
O Balconista.

março 20, 2008

Tum, Tum… Tum, Tum…

Filed under: Sei lá! — O Balconista: @ 12:01

Saí. Viajei. Fui por aí pelo mundo. Resolvi fazer o Caminho de Santiago de Compostela para ver se ele passa por Passargada, de tal sorte, que eu ache a cama que contenha a mulher que escolhi.

Será que isso existe? Um lugar no mundo onde você consiga ser feliz sem problemas, sem amarras, sem medos, conseqüências ou angustias?? Alguém aí já ouviu falar em tal lugar? O Shangrilá? Já viu? Bateu foto? Fala sério…

Porra, alguém aí em dê uma ajuda!

Eu já tô começando a achar que isso é lenda urbana. História que nossos pais contavam pra dormirmos cedo. Tão verdadeiro quanto o coelhinho da páscoa, o Papai Noel, e o ratinho que leva seus dentes de leite que você coloca por baixo da cama.

Enquanto isso, eu espero.

Acho que no fim das contas, não fui para lugar algum.  Continuo aqui. Preso em meus pensamentos, raciocinando que nem um louco para poder entender o que eu preciso fazer

Eu preciso disso. Preciso pensar um pouco. Tentar equacionar algumas coisas na minha cabeça.

“Ela”, a mulher que vem com a tempestade e que tem cheiro de chuva, me disse para deixar essa baboseira de pensamento de lado, porque a nossa história tinha começado com o coração, e só por meio dele conseguiria sobreviver.

M A L U C A!!! M A L U Q U I C E !!!!! Definitivamente, ela bateu com a cabeça! Pensei.

Parei o mundo, então. Sentei-me na beira do caminho, chamei um garçon e pedi um café expresso, com chantili separado.

Não é que a maldita diaba tinha razão?

Só o coração pode dar uma solução para isso.

….

Já sei!!!!! Vou conversar com o meu coração!!! Simples assim!!!

Deixa eu ver o que ele me fala…

Tum, Tum… Tum, Tum… Tum, Tum… Tum, Tum…

Héin!?!?

Alguém aí tem um tradutor para entender o que ele está dizendo?????

O Balconista.

março 18, 2008

Pronto! Eu disse!

Filed under: Protesto!,Sei lá! — O Balconista: @ 13:17

Pronto!

Eu disse. Sem meias palavras ou rodeios.

Falei o que tive vontade. O que pensei e o que penso. Sobre mim e sobre nós.

Se ela entenderá? Não sei.

Se ela aguardará? Não sei.

Eu falei e pronto! Dane-se o mundo, o Bush ou os ursos panda em extinção!

Taí o texto inteiro pra quem quiser ler. Pra quem souber ler.

Só sei de uma coisa. O coração está mais leve e a sede do beijo dela, mais forte!

O Balconista.

março 5, 2008

Conhecer pessoas pela internet?

Filed under: Sei lá! — O Balconista: @ 12:06

Vem cá! Você, em sã consciência, acha possível que pessoas se conheçam pela internet? Tipo, criarem vínculos, sentimentos, paixões, um romance, talvez?

Tudo bem, trocar um e-mail, logins de skype ou MSN, mas as “pessoas” não passam de um bando de letrinhas na sua frente, com uma @ no meio, ou de uma voz que, vez por outra é entrecortada pelo congestionamento na intenet.

Eu já ouvi falar de casos de pessoas que se conheceram e se apaixonaram. Se casaram, e hoje tem filhos… Tipo assim, um pendrive?!

Isso é muito estranho para mim. Eu sou do tempo do balcão do bar, da mão suada para ir falar com a menina, da cantada ensaiada que na maioria das vezes te deixava na mão (literalmente), mas esse negócio de bits e bytes, funciona?

Fala sério!! Alguém aí me acuda! Jesus me abane!

Outro dia foi minha secretária dizendo que iria se mudar para São Paulo par se casar com um cara que ela viu 3 vezes na webcam… eu achei loucura, mas, “eu amarro o burro, conforme o burro do dono manda”. Paguei os direitos trabalhistas dela, e mandei-a para a rodoviária.

Estou de cara! Recebi agora as fotos deles. 3 anos de casada, um filho, e pelo que se conta. Um casamento feliz.

É… acho que to ficando velho.

Vou procurar um “par perfeito” ou uma “alma gêmea”.

Volto já!

O Balconista.

fevereiro 19, 2008

Hoje eu estou assim…

Filed under: Sei lá! — O Balconista: @ 11:02

Hoje eu estou me sentindo meio assim… sei lá… tipo Roberta Close… Sabe?

Sem saco!

O Balconista.

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