Mulheres…BAH!
Vocês já devem ter me ouvido falar que mulher é um bicho muito parecido com seres humanos, né?! Pois é, depois disso, já ouvi me chamarem de grosseirão, turrão, machista e outros adjetivos que não convém citar, mas, mais uma vez, preciso vir à público para relatar um fato estarrecedor.
Aos mais sensíveis, por favor, fechem seus navegadores, ou não prossigam daqui, e nem leiam em voz alta, porque não quero ser responsável por futuros traumas causados em crianças de tenra idade.
Pois bem. Depois não digam que eu não os avisei!
…
Todos já devem ter ouvido alguém, em algum lugar, dizer que “com mulher não se pode dar folga”, ou “que mulher tem de ser tratada assim: no cabresto curto”. Não é mesmo?
Pois é. Eu tive uma infância diferente. Minha mãe sempre me ensinou que deveríamos tratar a mulher com dignidade e igualdade, não obstante termos mais neurônios que elas, e que não deveríamos fazer nada que pudesse magoá-las.
Mamãe, eu tentei! Juro que tentei!
Por força desses ensinamentos, ao longo dos anos, pautei minhas ações para com o sexo feminino da forma mais digna e mais respeitosa possível.
Recentemente, vocês devem ter ouvido dizer que eu não sou mais um bem no mercado, ou seja, que eu estou namorando, mas, não obstante todo o amor que eu tenha dedicado à minha amada e jamais traída namorada, e independentemente do tratamento de princesa que lhe proporcione, fui surpreendido por aquela que diz me amar.
No dia vinte e cinco de maio, próximo passado, recebi a seguinte missiva eletrônica “daquela advogadazinha”, contendo uma ameaça aterradora. Vejam só:
A soberana suprema da Liviolândia vem por meio desta intimar V. Senhoria a providenciar urgentemente a satisfação da necessidade abaixo especificada no prazo máximo de dez dias, sob pena de açoite em praça pública e greve generalizada.
Atenciosamente.
Na referida correspondência havia um anexo de uma imagem de um casal de abraçando, e, ao que se percebe, o e-mail possuía o objetivo de pedir um abraço, fato que, à toda a prova, deveria ser uma coisa romântica. Mas não foi, né?!
Resolvi então que seria hora de dar um basta naquilo e que, a partir de então, a colocaria no seu devido lugar, mas, ainda assim, respeitando os mandamentos que a minha santa mãezinha havia me ensinado.
Precisava bolar um jeito de encurtar o cabresto e acabar com a folga daquela que se intitula minha namorada.
Resolvi que a mandaria para a “pííííííta-que-pariu” ou para o “raio-que-o-parta”. Não. Melhor que isso! Vou mandá-la para o reino dela! É isso! Vou criar o reino dela: a Liviolândia, eu serei um residente que irá mostrar para o mundo como uma mulher pode ser vil e cruel com o homem que a ama, principalmente, levando-se em consideração que EU serei o autor da estória. Rá!
Sabe o que aconteceu?! Ela se apropriou daquilo, criou um blog e agora me escravizou para ficar escrevendo estórias para ela.
Humpf!…
O Balconista.

Pobrezinho de você, senhor Balconista, como sofre!!!
O que a sua sofrida pessoa pensaria se eu lhe contasse que tempestades fortíssimas se acercam da Liviolândia e que a casa do Jovem Balconista da Bela Voz está seriamente arriscada a ser arrastada pela enchente??
Ou então, o que diria o senhor se soubesse que foi avistado um ninho de uma espécie muito rara de dragão na floresta de Livin-Hood, o qual se alimenta principalmente de Jovens Balconistas de Belas Vozes??
E, se por uma infeliz ironia do destino o Jovem Balconista da Bela Voz fosse preso, acusado de heresia e fosse condenado a ser queimado vivo na fogueira?
Oh, quantas desgraças não podem acontecer ainda!!
FICA ESPERTO, MANO.
SUA CHAPA TA ESQUENTANDO, A CASA VAI CAIR PROCÊ, TA LIGADO?
Comentário por Lívia — junho 2, 2008 @ 14:43 |
Ó Soberana má. Não te esqueçar nunca que um dia é da caça, outro do caçador, que uma hora você escreve, na próxima, sou seu opositor.
Amo você.
Bjos.
Comentário por O Balconista: — junho 2, 2008 @ 15:28 |